A escuridão da consciência

Uma hora de luzes apagadas simboliza a preocupação com os efeitos do aquecimento global

 A hora do planeta apagou monumentos e pontos turísticos em 2.140 torre-eiffelcidades espalhadas por 82 países das 20h:30min as 21h:30min do sábado (27) . O apagão voluntário foi um alerta e uma forma de conscientização sobre o aquecimento global.

No Brasil, atrações turísticas como o Cristo Redentor (RJ), a Ponte Estaiada (SP) e a Ponte Hercílio Luz (SC) ficaram às escuras. Pelo mundo, alguns dos destaques foram a Torre Eiffel (França), o Big Ben (Inglaterra) e a Ópera de Sydney (Austrália).

Participação superou a expectativa da organização

 A Hora do Planeta nasceu em Sydney, na Austrália, em 2007, organizada pela organização não-governamental (ONG) ambientalista WWF. A repercussão foi tamanha que, no ano seguinte, outras cidades se engajaram. Desta vez, o movimento alcançou repercussão global. Em Santa Catarina, além de Florianópolis, participaram os municípios de Blumenau, Joinville, Corupá, Balneário Camboriú, Itajaí e Pinhalzinho.
No Brasil, pelo menos 700 empresas e 300 organizações sociais aderiram ao movimento.

Com toda a mobilização, a ONG pretende mostrar o interesse e a preocupação da sociedade com o aquecimento global para que, em um encontro na Dinamarca, em dezembro deste ano, seja assinado o Acordo Global de Clima. O documento envolverá cem países e estabelece metas e regras para combater as mudanças climáticas.

 ( texto publicado na página o Diário do Iguaçu http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2458266.xml&template=3898. dwt&edition=12008&section=846 e adaptado ao jornalismo online).

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